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12 de dezembro de 2017
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Andando com Shiva e companhia

Tenho trabalhado na tradução de um romance infanto-juvenil povoado por deuses hindus. Portanto, podemos dizer que estou em boa companhia. Traduzir é no fundo um treino de escrita, e tem um efeito hipnotizante. É um trabalho de puro flow. Não muito diferente de rastelar folhas ou revirar terra na horta. O prazer está no movimento repetitivo e constante. Assim como rastelar, é até acompanhado pelo tuc-tuc do teclado, o que torna a atividade musical, prazerosa. Escrever não. Quando escrevo, são raros os momentos do ritmo embalado que avança pela página sem interrupção. Isso só acontece porque a história está pronta e eu simplesmente me coloco a serviço dela, um instrumento que faz o meio de campo. Como o jardineiro a serviço da natureza.

 

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