Escrever um livro é um projeto tão misterioso que até hoje me surpreendo.

Ela pode até começar com um comportamento confiável, firme. Você pode até pensar que sabe o que está fazendo. Eu sempre acho que sei. E sempre me espanto com o tamanho da minha ingenuidade.

O meu texto faz o que ele quer de mim. Eu apenas corro atrás.

Eu sou a taturana rastejante. Ele é a borboleta descomprometida. Ele sai voando. E eu gritando, pedindo pra ele esperar.

Modificado pela ultima vez: 24 de fevereiro de 2015

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