Em Buenos Aires conheci os lugares onde Orozimbo passou, o lago onde mergulhou e as árvores onde encontrou abrigo, nos bosques de Palermo. Eu mesma não conhecia nada daquilo. Quando escrevi “Um pinguim tupiniquim”, fiz toda a caracterização baseada em pesquisas da internet. Claro que, depois de conhecer, deu vontade de voltar e reescrever tudo, dessa vez sabendo do que eu estava falando. Mas, se formos pensar por aí, cada vez que falo de um livro meu tenho vontade de voltar e reescrever tudo.

Fora isso, durante a minha apresentação na Feira de Livros surgiu um povo para ouvir o que eu tinha a dizer. E ficaram até o fim. Então podemos concluir que alguma coisa de interessante deve ter acontecido ali.

Agora vou voltar a trabalhar, pois a vida continua.

Modificado pela ultima vez: 26 de outubro de 2014

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Olá Índigo!!!! Qiue bom que você retornou de sua viagem e fico feliz em saber que foi um SUCESSO! Super show saber que teve a oportunidade de conhecer alguns lugares por onde o Orozimbo passou. Acredito que foi uma emoção pra você. Legal agora você escrever uma segunda viagem do orozimbo retornando e reencontrando os amigos….já pensou??? Eu como fã número 1 do Orozimbo seria a primeira a comprar o livro. Bom, vamos voltar ao trabalho….só passei para ver as novidades e deixar um recadinho pra vc. ótima semana e se cuide pois queremos vc bem sem nenhuma doença atrapalhando sua mente genial repleta de aventuras legais para nos encantar. Beijocas da Tati.

    Oi, Tati! Que coisa boa voltar para casa e encontrar minha mais nova leitora, alegre e empolgada. Sim, para o alto e avante!

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