Hoje, quinto dia da minha quarentena yogini, surgiu um desafio que já havia se apresentado antes…

Acordei meio assim. Uma coisa meio gripe, mas não exatamente, meio molenga, fraca. Com certeza sem aquela energia bombástica para uma prática de yoga. Mas fui em frente mesmo assim. Isso porque, das últimas vezes em que encarei a prática, mesmo não estando na minha melhor forma, aconteceu algo miraculoso.

Começo a prática assim assim, e termino ótima. O nariz para de escorrer, o corpo para de mimimi, e a moleza passa. Algo acontece durante aqueles quarenta minutos, que só consigo nomear como “alquimia da yoga”.

Hoje, de novo, aconteceu.

Escolhi essa imagem porque me vejo como Sati, entregue nos braços dele, confiando nessa força e totalmente levada por ela. Agora me sinto superbem fisicamente. Mais que isso, sinto que estamos ficando íntimos – Shiva e eu.

Não que eu reze para ele, pois isso me parece estranho. Não é esse tipo de relacionamento. Mas tenho a sensação que cada dia, quando acendo um incenso e uma vela aos seus pés, antes de começar a prática, ele se liga em mim e manda uma onda de força e energia. Tipo um pó mágico que ele sopra em algum momento, enquanto estou com os olhos fechados. Ou um beijo… Pode ser também.

Modificado pela ultima vez: 5 de janeiro de 2018

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