De volta ao seu corpo, ela caminhava pela floresta. Tra-la-la-la-lá. Falava sozinha:

“E agora? O que o destino preparou para mim?”

Ouviu um trovão no céu, seguido de uma voz feminina.

“Nada.”

“Nada?”

“Nada. Agora você ficará congelada no tempo e espaço porque eu me cansei dessa história. Quero começar uma série nova.”

“Quem está falando?”, ela perguntou.

“A sua autora ou criadora. EU.”

“Mas… mas…”

“Calma, não é nenhum fim do mundo. Você vai cair em sono profundo. Mais pra frente eu volto. Agora feche os olhos.”

E assim, desse jeito abrupto e sem explicação, encerro as minhas histórias da floresta.

Modificado pela ultima vez: 26 de outubro de 2014

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